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Vírus chinês – versão julho de 2020

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Foto: Eduardo Vieira / Arquivo Pessoal

Hoje sabemos muito mais o que sabíamos em abril. Naquela época a comunidade médica já estava usando o chamado Protocolo de Marselha¹, que eu tanto divulguei aqui.

Na foto, os medicamentos que eu tomei. Meu médico incluiu a Ivermectina no primeiro dia e fiz inalação com budesonida por conta da tosse fortíssima.

Este protocolo é extremamente eficaz quando aplicado nos primeiros dias de sintomas. Observem bem isso. Não estou falando de “nos primeiros dias depois do resultado do teste”.

Os médicos que conheço estão receitando o protocolo com a checagem clínica, a observação dos sintomas do paciente. Depois fazem o teste, com o paciente já bem, para ver se aquilo foi o ou não. E estão salvando muitas vidas e reduzindo drasticamente a internação de seus pacientes.

Agora já surgem esperanças de tratamento para os que tiveram seu quadro evoluído para a segunda fase, inflamatória. Médicos na aplicam com sucesso uma dose grande de corticóides, salvando muitas vidas.

A demanda por respiradores, tão falada pelos políticos no início da crise, está em baixa. Isso não impediu bandidos em diversos estados de fazer compras milionárias sem licitação, desviando milhões. Para poder fazer isso sempre foi necessária uma crise aguda, com muitos mortos. Daí sempre atacaram ferozmente o protocolo citado, pois acabaria com a festa macabra da roubalheira da Saúde.

Em outra trincheira, grandes companhias farmacêuticas investem milhões no desenvolvimento de medicamentos caríssimos, como o Remdesevir, da Gilead Sciences, ao mesmo tempo incentivando o ataque mais abjeto que se tem notícia ao protocolo de Marselha. Claro, este último é baratíssimo, curando um paciente por meros 10 reais. O Remdesevir custa centenas de dólares por paciente.

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Essa pressão chegou ao cúmulo no massacre de Manaus, onde ONZE idosos morreram depois de submetidos a doses fatais (!!) da cloroquina, obsoleto anterior à hidroxicloroquina. Esse absurdo de Manaus foi realizado sob os auspícios da FIOCRUZ, com verba de senadores.

Alguém um dia vai poder me explicar a relação desses senadores com uma ação publicitária assassina. Eu tenho certeza de que vai me torcer as tripas. Esse estudo foi muito usado poe algumas semanas como “prova” de que o protocolo não funciona.

Vários outros estudos são lançados toda semana, TODOS eles fugindo ao protocolo de uma forma ou de outra. Um chegou a fraudar os dados descaradamente, sendo removido da publicação The Lancet. Esse, aliás, ainda é usado pelos idiotas que atacam o protocolo. Era um estudo que teria analisado 96 mil pacientes. FRAUDE. Foge à minha compreensão quem se interessa por estudos que distorcem o protocolo. Curiosidade científica é válido mas tem gente divulgando porcarias e causando apenas desinformação e dúvida. Eu fico impressionado.

Existem, todavia, estudos que seguem o protocolo direitinho. Adivinhem suas conclusões? Sim. Redução significativa de óbitos. A verdade está bem exposta, o rei está nú. Os idiotas seguem passando seus atestados de burrice ou de malícia. Os demais vão agindo e salvando vidas, que Deus os abençoe.

Esse período ficará para a História como cenário de uma das maiores crueldades, safadezas e maldades da era Moderna. Literalmente milhares de pessoas morreram por conta da mais rasteira politicagem e da mais mesquinha ganância.

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(1) – Protocolo de Marselha. A ser receitado nos primeiros três dias de sintomas.- HCQ (400mg) por cinco dias (dois cp no primeiro dia, com 12 hs de intervalo)- Azitromicina (500mg) por cinco dias- Zinco por cinco dias

Eduardo Vieira

Pai de família, católico, inventor e professor de Física, Matemática e Robótica. Presidente e fundador da ABEP - Associação Brasileira de Pais pela Educação.

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