ArtigosMarco Frenette

O processo de aviltamento humano

155Leituras
Frenette
Foto: Marco Frenette / Arquivo Pessoal

por Marco Frenette

O que não pode ser pensado, não pode ser realizado. O que não é amado, não será defendido. O que gera vergonha, é escondido. Quem não tem valores, aceita qualquer coisa.

Desse modo, a censura impede realizações; a ridicularização das coisas importantes cessam o amor a elas; a vergonha internalizada leva ao sacrifício dos seus; e a relativização do certo e do errado formam ratos traiçoeiros em vez de pessoas corajosas e confiáveis.

Acabei de resumir os objetivos e resultados do marxismo cultural. Todo marxista trabalha para fragilizar o homem e sua sociedade, para depois atacar seres mentalmente enfermos, além de física, jurídica e culturalmente indefesos.

Leia também

Como se dão esses ataques? Os exemplos são incontáveis… Vão desde museu incentivando crianças a tocar em homem nu até juízes libertando mafiosos após quebrar a barreira da segunda instância, passando por fraudes descaradas em eleições até “paradas libertárias” com travestis cagando no meio da rua e feminazis gritando palavrões enquanto cospem e mostram os seios.

Quando Theodor Adorno, em seu “Mínima Moralia”, ridicularizou o homem honesto, trabalhador e pai de família, não fez isso apenas por ser um sociopata, mas porque obedecia a um plano.

Quando Michel Foucault elogiou o banditismo, quando Ronald Laing rotulou a loucura como uma “invenção burguesa”, quando Marilena Chauí disse que “odeia a classe média” e quando, lá em 1848, e Engels pregaram a destruição da família e a entrega das crianças à tutela do estado – nenhum deles agiu como delinquente autônomo, mas como delinquente emocionalmente ligado ao projeto marxista de destruição.

Esse projeto está em sua fase final. A prova disso é como todos aceitam passivamente – e muitos realmente crendo que são coisas normais – as mais variadas bizarrias em todas as áreas da vida humana.

Contribua com o Jornal clicando nos links de publicidade, fazendo este gesto gratuito, você estará contribuindo com a única fonte de renda deste jornal, de quebra nos ajudando a crescer e a oferecer um melhor e mais abrangente serviço de entrega de informação independente. Para contribuições em dinheiro, consulte esta página.

Redação do Jornal Liga Patriótica

Redigido pela Redação do Jornal Liga Patriótica, extraído de diversas fontes

Artigos relacionados

Verifique também
Fechar
Botão Voltar ao topo