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O preço do Bem

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Foto: Eduardo Vieira / Arquivo Pessoal

O jornalista Allan dos Santos, do Terça Livre, deixou o país logo antes de fazer importante denúncia.

Para os que desfazem de seu apenas por conta da narrativa bizarra que a propaga e a social-democracia (outro sabor de esquerda) adora, lembrem-se de que seus programas batiam TODA a concorrência no YouTube. E tudo isso sem sequer um jabá, tudo feito com financiamento de seus clientes, leitores e ouvintes.

A denúncia que o Allan apresentou foi de que haveria três maletas de escutas em operação em Brasília, dirigidas ao presidente Bolsonaro. Para quem não sabe, esse tipo de dispositivo trabalha sem fios, fazendo escutas em torres de difusão de rádio.

Uma das maletas estaria na embaixada da Coréia do Norte, outra estaria da embaixada da China. Esta última seria usada de forma volante. Haveria uma terceira na residência do famoso advogado do PT, o Kakay, aquele que circulava de bermudas pelos corredores dos comedores de lagostas.

Uma empresa de vigilância eletrônica teria sido contratada para fazer a checagem e teria conseguido localizar a origem das escutas. Isso é igualmente perfeitamente possível através de triangulação de sinais através de várias técnicas.

O jornalista ainda completou que um de dois ministros saberiam do fato. O Barroso ou o Alexandre de Mores. Neste caso quem soubesse do acontecido teria cometido crime de prevaricação, o que é evidente. Não denunciar uma escuta ilegal contra o Presidente da República seria crime de alta traição, no mínimo.

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Allan teve sua residência invadida pela PF em duas ocasiões e ele crê que tenha sido grampeado na primeira visita e que os grampos teriam sido removidos na segunda. Evidentemente com essa denúncia ele não estaria seguro no Brasil, uma vez que a nossa “suprema” corte já efetuou várias prisões sem acusação de crime, sem processo penal e sem justificativa jurídica. Para ele ir parar numa cadeia e morrer por lá mesmo não custaria nada. Por isso ele foi para os com a família.

Depois de e Weintraub, temos mais esse exilado. O que os três tem em comum é a da verdade contrária aos interesses do grande establishment brasileiro, apenas isso. Establishment esse que é defendido ferozmente pelos seus asseclas nas altas cortes, como vem sendo observado.

Defender o justo e a verdade sempre foi motivo para perseguição e sofrimento. Essa é uma cruz que todos os honestos devem carregar num cenário onde o Mal predomina. Até que se estabeleça a justiça verdadeira aqui no Brasil, se é que isso vai ocorrer um dia, qualquer propagador da verdade está sob constante ameaça.

Negar isso é ignorância ou canalhice. É fácil enxergar o que ocorre. Nas redes sociais, a divulgação de estudos científicos favoráveis ao uso de hidroxicloroquina, azitromicina e zinco de forma precoce no tratamento do vírus chinês já garante um alerta ou uma punição. A postagem é rapidamente removida.

Esta postagem, por sinal, foi redigida no futuro do pretérito. Portanto não se trata de acusação, apenas de suposição. Caso essa postagem seja removida processarei imediatamente a plataforma. O mesmo ocorrerá com qualquer carimbo de fake news. O que está declarado aqui é a pura verdade, comprovável.

A nós cabe a divulgação e dessa verdade, de forma cada vez mais insistente e inteligente. Não se trata de uma queda de braço que eles possam vencer. Basta que não nos omitamos.

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Eduardo Vieira

Pai de família, católico, inventor e professor de Física, Matemática e Robótica. Presidente e fundador da ABEP - Associação Brasileira de Pais pela Educação.

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