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E agora José?

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Foto: Eduardo Vieira / Arquivo Pessoal

Por Eduardo Vieira

Biden e sua gangue conseguiram impor sua vitória fraudulenta. Pior ainda, os Demos conseguiram maioria no Senado e na Câmara dos . Isso significa uma dose concentradíssima de poder nas mão de gente totalmente sem escrúpulos. Teremos dias sinistros à frente, não tenham dúvida.

Todos os belos passos dados por Trump na direção de um mundo mais livre e mais humano serão facilmente revertidos na direção de uma agenda totalitária, globalista e essencialmente comunista (sim, isso ainda existe e está forte como nunca, não se deixe enganar por uma mera palavra).

Não houve nenhum resgate miraculoso, nenhuma operação Storm que removesse o Mal desse quadro tenebroso que é hoje a nossa realidade. Temos que aproveitar o que há para ser aproveitado.

Quem se decepcionou com a inexistência da narrativa que por tanto tempo defendeu (eu confesso que fiquei na torcida mesmo sabendo ser quase impossível) tem agora duas opções: encarar a realidade nua e crua ou dobrar a aposta e comprar outra narrativa com prazo de validade futuro.

Para os que optarem pelo bom senso do despertar para a realidade, deixo aqui algumas palavras de conforto. Em primeiro lugar, não importa o quão negativa seja a aparência do futuro, é sempre melhor estar do lado da verdade, estar com uma visão clara da realidade. Desespero é totalmente fútil.

Afinal, se dermos um ataque de pelanca, o Biden nem saberá que ocorreu. Se rasgarmos nossas vestes em praça pública, Dória seguirá lambendo as botas do Partido Comunista Chinês. Mesmo se nos jogarmos do alto de um prédio, os únicos prejudicados serão nossos familiares. Desespero é fútil e até algo infantil. Compreensível, claro, mas podemos ser melhores que isso.

Vamos nos lembrar de que já estivemos em situação absurdamente catastrófica em várias ocasiões. Sempre nos reerguemos. Seja depois do colapso da em 1941, seja depois da conquista muçulmana da Espanha em 700.

Campos de concentração foram erguidos, pessoas foram queimadas em fornos industriais. Gulags se espalharam pelas estepes russas, destinados a controlar pensamentos e ações de um povo que havia perdido sua . Ambos vieram abaixo, destruídos pelo mesmo agente que os construiu, o homem comum.

Este é falho, é por vezes burro, é muitas vezes incrivelmente burro, é ganancioso e imediatista. Portanto tudo o que pode ocorrer de bom nesse mundo ocorre aos trancos e barrancos, como uma mola que só dispara quando muito pressionada.

Mas de uma forma ou de outra o Bem sempre prevalece. Enquanto o Mal conquista poder o Bem conquista almas e corações de forma suave e sutil. O Mal agride e impõe, o Bem conforta e ensina.

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É da natureza dessas forças, é algo absolutamente imutável. Portanto não há Mal que sempre dure. O Bem está sempre ali, sereno como o oceano, pronto para dissolver a maldade e cobrir seus atos vis e cruéis com as ondas do esquecimento.

não se fez homem para ser derrotado por vermes como Xixi PingPong ou Kanalha Harris. Esses descobrirão tardiamente que serviram ao mestre errado. Terão uma eternidade para o arrependimento, junto com seus mestres e irmãos do passado, que no Inferno assam para sempre. O jogo transcendental é bruto, não se enganem.

De tudo isso temos então uma bela lição a aprender. Temos que parar de olhar para governos como elementos de salvação da Humanidade. Temos que agir localmente, com nossas crianças e com nossas questões comunitárias para que nossas vizinhanças se tornem cada vez mais conectadas ao Bem, cada vez mais virtuosas.

E isso ja dá o maior trabalhão. De fato, dá mil vezes mais que ficer com o traseiro no sofá torcendo para que nosso problema seja resolvido por terceiros. Sem dúvida.

Então, pessoal, mãos à obra. Essa , como já devo ter dito cem vezes, nunca tem fim. Deixo aqui, de todas as ações pertinentes para fazer o que propus no parágrafo acima, a que acho mais adequada para o Brasil nesse momento.

Apóie o pequeno empreendedor conservador. Dê algum dinheirinho para ele, contrate seus serviços, indique seu trabalho. Mesmo que seja mais caro que o do concorrente, coloque a inteligência acima do bolso. Doe para sua igreja e a frequente. Vá às reuniões e lute pelo que é Bom, Belo e Justo.

Não faça vista grossa à iniquidade para preservar seu conforto. Lembre-se sempre de que estamos numa guerra e essas pequenas ações são os seus tiros contra o Inimigo.

Ele fede, rouba, escraviza e mata. Não lhe dê espaço nem mais recursos que ele já tem. E nunca, jamais, perca a esperança. Estamos vivos e isso já é uma grande vitória.

Que Deus os abençoe e guarde.

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Eduardo Vieira

Pai de família, católico, inventor e professor de Física, Matemática e Robótica. Presidente e fundador da ABEP - Associação Brasileira de Pais pela Educação.

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