Política

Bolsonaro diz que Barroso foi indicado para o STF por defender o terrorista Cesare Battisti

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O presidente disse, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, que o ministro “se acha o máximo” e que Barroso foi indicado para STF por defender Battisti

Para quem não conhece a de quem foi Cesare Battisti, há algum tempo fizemos um documentário sobre o terrorista, que segue abaixo.

Mais cedo, durante entrevista, Bolsonaro afirmou que Barroso pensa que é um “semideus”.

Em conversa com apoiadores, Bolsonaro disse que Barroso só foi nomeado para o Supremo porque foi advogado do terrorista italiano Cesare Battisti.

O presidente afirmou que o ministro “se acha o máximo”.

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“Alguém sabe o que mais credenciou o Barroso a ir para o Supremo? Ser advogado do terrorista Cesare Battisti, italiano. Para o Barroso, ele não é um assassino, ele não destruiu quatro famílias, ele é uma pessoa decente, honesta. Como ele (Barroso) foi advogado, o PT gostou dele. Entre outras coisas, ele defende o aborto, a liberação de drogas, um montão de coisa que não presta. Ele acha que é o máximo. Se acha o máximo. Ele tem o limite dele. Ele tá abusando do limite.”

O Supremo Tribunal Federal (STF) removeu dos registros digitais o nome do ministro do rol de advogados de Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua por atos de terrorismo e assassinato na Itália.

Pedido de retirada do nome de Barroso nos autos da de Battisti

Lembrando que o nome de Barroso, da sua chefe de gabinete, Renata Saraiva, e do advogado Eduardo Mendonça, da antiga equipe do escritório que pertencia ao ministro, constavam no sistema do Supremo, embora Battisti tenha pedido a alteração em fevereiro de 2014.

Mais de um ano depois, a troca foi autorizada pelo Luiz Fux, relator do processo de extradição do italiano, em fase de embargos de declaração.

Os vínculos com Barroso, no entanto, permanecem nos autos físicos do processo e no sobrenome dos defensores que assumiram a do italiano: entraram Rafael Barroso Fontelles, sobrinho do ministro, e Felipe Monnerat Solon de Pontes Rodrigues, ambos do escritório que sucedeu a banca carioca Luís Roberto Barroso & Associados, encerrada com sua indicação ao STF.

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Redação do Jornal Liga Patriótica

Redigido pela Redação do Jornal Liga Patriótica, extraído de diversas fontes

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