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Assassinato de bebês, ou a madrugada dos mortos-vivos

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Foto: Marco Frenette / Arquivo Pessoal

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Na madrugada dessa quarta-feira, dia 30 de dezembro, após mais de doze horas de discussões e votação, o Senado argentino aprovou o de bebês até a 14ª semana de gestação.

Foi a queda de uma lei civilizatória que vigorava desde 1921, a qual proibia vadias de cometerem essa modalidade de crime, permitindo apenas em caso de estupro ou risco de morte da mãe.

Toda a Zumbilândia está comemorando, tratando como motivo de festa algo tão triste e terrível, que é o ato de matar, de modo cruel, doloroso e violento, um ser humano inocente. A Deutsche Welle noticiou desse modo:

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“A votação durante a madrugada foi acompanhada por milhares de mulheres que defendem o direito de poderem decidir sobre o aborto, que pularam e choraram de emoção. Pessoas que não estavam na praça também saíram para as varandas e janelas para celebrar o resultado. Foi uma explosão de alegria”.

Pularam e choraram de emoção, tiveram explosões de alegria… Outro porta-voz da esquerdista, o jornal El País, noticiou assim:

Argentina legaliza o aborto e se põe na vanguarda dos direitos sociais na América Latina”.

Quando vemos o tipo de mulher que está comemorando, o tipo de jornalista que noticia a vitória da morte com linguagem festiva e positiva, e o tipo de político que vota a favor dessa aberração, tudo se encaixa perfeitamente, e surge diante de nós o monstro de sempre: a esquerda.

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Marco Frenette

Jornalista com passagens por dezenas de veículos e coberturas em mais de trinta países. Escritor com oito livros publicados. Conservador, cristão e anticomunista.

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