Cidadania

A verdade dói! Ana Paula e Tiffany, do Vôlei, trocam farpas sobre trans no esporte

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A polêmica sobre a participação de trans no esporte voltou à tona essa semana: tudo começou porque Bernardinho, técnico de time de vôlei, reclamou do desempenho de Tiffany, jogadora do time adversário, que nasceu homem, mas joga na categoria feminina. Tiffany foi a jogadora que mais pontuou na partida entre SESC-RJ e SESI-Bauru.

Bernardinho, ao ser eliminado, disparou “por, um homem é f*”, referindo-se à Tiffany, que nasceu Rodrigo e foi Rodrigo até seus 28 anos. O técnico de vôlei virou alvo de críticas nas redes sociais de movimentos LGBTQI. Um deles postou:

” Hoje era para ser um dia feliz para comunidade LGBTQI! Tifanny está tendo uma bela segunda temporada de aceitação, onde a grande maioria finalmente entendeu que ela é uma mulher boa jogadora com dias bons e dias ruins como várias outras! Hoje ela e todo time do Bauru jogaram bem, algo que não aconteceu no jogo anterior, e mereceram a vitória classificatória na bola em quadra! Porém foi triste ouvir da boca de um técnico referência mundial, bicampeão olímpico, recordista em prêmios de Superliga que ela era um homem! ” Um homem!”

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Em resposta, a ex-jogadora de vôlei Ana Paula Henkel públicou sem seu Twitter: “Leio que a militância a favor de trans no esporte feminino e contra as mulheres atacou Bernardinho por ele ter dito a verdade, que Tiffany tem um ataque de homem. Minoria barulhenta que quer empurrar a todo custo que sentimentos são mais importantes que fatos e biologia. Não são.

Num post de um perfil LGBT que ataca brutalmente Bernardinho por ter dito a verdade, a lucidez é mostrada exatamente nos comentários da própria comunidade gay que, em absoluta maioria, não concorda com homens biológicos competindo, vencendo e batendo recordes de mulheres.”

Ana Paula não parou e voltou a publicar em seu Twitter uma matéria do O GLOBO com título “médicos que liberaram Tiffany acham que ela não deveria atuar no feminino”. Ela também escreveu: “O respeito não é uma via de mão única. Pra pedir – e exigir – respeito, primeiro tem que aprender a respeitar os outros”.

Redação do Jornal Liga Patriótica

Redigido pela Redação do Jornal Liga Patriótica, extraído de diversas fontes

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