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A diabólica insistência

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Foto: Eduardo Vieira / Arquivo Pessoal

Com suspeita de vírus chinês, o médico recomendou o imediato uso do kit de medicamentos que mostrei em postagens anteriores.

Estou no último dia do tratamento usando esse protocolo de Marselha editado. Meus sintomas foram coriza forte no primeiro dia, tosse fortíssima no segundo. Iniciei o tratamento no terceiro dia. No dia seguinte a tosse já havia abrandado completamente.

Hoje, no sétimo dia desde o início dos sintomas, estou me sentindo perfeitamente bem, tosse residual apenas, pouquíssima coriza e pouco cansaço.

Durante esses dias, por conta das postagens o assunto, observei que ainda há muita gente boa e inocente que está confusa sobre esse tratamento. E também que há muita gente empenhada desproporcionalmente em desacreditá-lo.

Isso já deveria causar espanto e desconfiança em todos nós. Por que uma empresa como o bloqueia pessoas que exponham relatos positivos o uso do protocolo de Marselha? Relatos de médicos na linha de frente são removidos. Vídeos de depoimentos são banidos. O que poderia causar isso senão uma intenção firme de se evitar a redução da pandemia?

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Ora, que ninguém venha aqui falar de efeitos colaterais. Esse protocolo causa náuseas leves, quando muito. Pessoas com grave histórico cardíaco podem requerer acompanhamento mas de resto trata-se de medicamentos já usados há décadas de forma regular. Simplesmente o argumento não convence.

Removendo então essa falácia do efeito colateral, o que nos sobra? Um interesse em não tranquilizar a população, pois essa passaria a desrespeitar as normas de isolamento? Poderia fazer algum sentido. Mas por que os médicos de hospitais públicos (e alguns privados) não receitam o protocolo, já que este vem dando resultados excelentes? Alguns foram enganados pela pressão midiática mas outros declaram que esse tratamento “é coisa do Bolsonaro”.

Então onde está a politização desse tratamento? Em pessoas como eu, que buscam informação real, de médicos que usam o protocolo, ou de institutos que financiam “estudos” tão distorcidos a ponto de usar doses cinco vezes maiores da versão obsoleta do medicamento, causando onze mortes?

esclarecer aqui que quando uma pessoa ataca um tratamento por questões políticas e outra pessoa defende o uso deste por questões práticas e científicas, não estão ambos politizando o assunto. Só um está fazendo isso.

Este episódio vai ficar marcado na nossa história como uma das páginas mais negras, vis e corruptas, onde a integridade (quando havia) foi jogada na lata do lixo em troca da mais mesquinha e pueril luta pelo retorno de bandidos ao poder.

Eduardo Vieira

Pai de família, católico, inventor e professor de Física, Matemática e Robótica. Presidente e fundador da ABEP - Associação Brasileira de Pais pela Educação.

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